sábado, 8 de janeiro de 2011

Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves

O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves foi inaugurado em 7 de setembro de 1986, patrocinado pela Fundação Bradesco e doado ao governo brasileiro durante a gestão de José Sarney. Como não se trata de um mausoléu, o termo correto para designar o monumento deveria ser "cenotáfio", significando um memorial fúnebre erguido para homenagear alguma pessoa ou grupo de pessoas cujos restos mortais estão em outro local ou estão em local desconhecido.

Está localizado na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Apresenta arquitetura modernista, simbolizando uma pomba, criada por Oscar Niemeyer. Possui três pavimentos, somando área total construída de 2105 m². Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985.

Seu intuito é homenagear todos aqueles que se destacaram em prol da pátria brasileira, sejam naturais do país ou não. Sua concepção se deu durante a comoção nacional causada pela morte de Tancredo Neves, o primeiro presidente brasileiro eleito democraticamente – ainda que indiretamente – após vinte anos de regime militar, em 1984.

Os nomes dos homenageados constam no Livro de Aço, também chamado Livro dos Heróis da Pátria, o qual lhes confere o status de Herói Nacional. O tomo se encontra no terceiro pavimento entre o Painel da Inconfidência, escultura em homenagem aos mártires do levante mineiro oitocentista e o vitral de Marianne Peretti. Toda vez que um novo nome é gravado em suas laudas de metal juntamente com sua respectiva biografia, uma cerimônia in memoriam ao homenageado é realizada.

Os nomes que ora constam no Livro são:

Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, o primeiro nome no livro em 21 de abril de 1992 por ocasião do bicentenário de sua execução.

Zumbi dos Palmares, inserido em 21 de março de 1997.

Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, incluído em 15 de novembro de 1997 por ocasião do 108.º aniversário da proclamação da República.

S.M.I.e R. Dom Pedro I do Brasil, incluído em 5 de setembro de 1999 por ocasião do 177.º aniversário da proclamação da Independência.

Marechal Luís Alves de Lima e Silva, duque de Caxias, incluído em 28 de janeiro de 2003.

Coronel José Plácido de Castro, incluído em 17 de novembro de 2004 por ocasião do centenário da celebração do Tratado de Petrópolis.

Almirante Joaquim Marques Lisboa, marquês de Tamandaré, incluído em 13 de dezembro de 2004 por ocasião do 197.º aniversário de seu nascimento, instituído como Dia do Marinheiro.

Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva, barão do Amazonas, incluído em 11 de junho de 2005 por ocasião do 140.º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo.

Marechal-do-ar Alberto Santos Dumont, incluído em 26 de julho de 2006 por ocasião do centenário do voo do 14 Bis.

José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, incluído em 21 de abril de 2007.

fonte: WIKIPEDIA

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Santos Dumont e o relógio de pulso

O primeiro modelo que se conhece foi feito cerca de 1814 pelo relojeiro Abraham Louis Bréguet, por encomenda de Carolina Murat, princesa de Nápoles e irmã de Napoleão Bonaparte.

A invenção é ainda atribuída, mais tardiamente, em 1868, a Athoni Patek e Adrien Phillipe, fundadores da empresa Patek-Phillipe. O modelo tornou-se rapidamente popular como adereço tipicamente feminino a partir dessa altura.

No início do século XX Santos=Dumont, por necessitar deste modelo por razões práticas, pois tinha as mãos sempre ocupadas em seus balões, pediu ao seu amigo joalheiro, Louis Cartier, que lhe fizesse um relógio de pulso especial. Cartier colocou então uma pulseira de couro num dos maiores modelos de relógio de pulso da sua coleção, e em março de 1904 ofereceu-o a Santos=Dumont. Este episódio leva a que se considere Santos=Dumont como o responsável pela popularização do relógio de pulso entre os homens.

Estava consolidada mais uma de suas grandes invenções.

fonte: WIKIPEDIA

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Santos Dumont no teatro

"Santos Dumont" pela teatral do Grupo Dezz obteve o maior sucesso, saiu em toda mídia e foi visto pelo país a fora por milhares de pessoas!
Santos Dumont, tanto como inventor quanto como ser humano, é um exemplo a ser seguido por qualquer pessoa - estudantes, trabalhadores, empreendedores, esportistas etc.

No vídeo abaixo um pequeno trecho da peça.


Demoiselle também virou aeromodelo

Olha só pessoal, mais um vídeo de brasileiros apaixonados por aeromodelos e pela invenções de Santos=Dumont. Desta vez foi o Demoiselle que ganhou a sua versão em aeromodelo.


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

14 Bis virou até aeromodelo...

Essa é incrível pessoal, vejam o que este grupo de apaixonados por aeromodelismo fez. Um 14 Bis. Isso mesmo, construíram uma réplica do avião de Santos=Dumont, igualzinha ao original e que voa por controle remoto. Eu quero um para mim...

14 bis feito à mão...

Olha só que legal pessoal, este artista fez em casa uma réplica perfeita do 14 bis. Isso é que é criatividade. Parabéns.
O 14 Bis foi feito em escala 1.25 artesanalmente por Antonio C.  Estanagel de  Itapetininga, estado de São Paulo.

Imagens raras

Neste belo vídeo produzido pelo Museu Aero Espacial vemos diversos momentos dos pioneiros da aviação e imagens raras do voo do 14 bis e de Santos=Dumont.

Um belo vídeo que vale a pena ser visto.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Herói da Pátria

A partir de hoje, no cabeçalho do Blog do Dumonzinho, está publicada uma das grandes homenagens que Alberto Santos Dumont recebeu do governo brasileiro em comemoração ao voo do mais-pesado-que-o-ar, o 14 bis.

Seu nome, com muita propriedade, foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Desde então, Alberto Santos Dumont tornou-se Herói Nacional, com isso, o estudo de sua vida e obra tornou-se obrigatório nas escolas de ensino fundamental de todo o País.

Alberto Santos Dumont
Herói da Pátria

sábado, 4 de dezembro de 2010

Raras imagens do voo do Demoiselle

Pequeno registro mas importante momento histórico do voo do Demoiselle, considerada a obra-prima de Santos=Dumont.


Resolvendo problemas, geniais problemas...

O vídeo abaixo mostra as tentativas de Santos=Dumont de chegar à perfeição do voo a partir do 14-bis.
Observa as imperfeições percebidas nele e chega a resolução de todos os "gargalos" da aviação com a construção do modelo 19 sua obra-prima, o Demoiselle.
Depois disso, todos os problemas estão resolvidos e o Demoiselle tem os seus planos divulgados e Santos=Dumont não cria sua patente pois deseja que todos possam fazê-lo. Entrega, literalmente, sua invenção à humanidade. E diz:

“Se quer prestar-me um grande obséquio, declare, pelo seu jornal, que, desejoso de propagar a locomoção aérea, eu ponho à disposição do público as patentes de invenção do meu aeroplano. Toda a gente tem o direito de construí-lo, e, para isto, podem vir pedir-me os planos. O aparelho não custa caro. Mesmo com o motor não chega a cinco mil francos.”


SANTOS=DUMONT
 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O Prêmio Deutsch - O primeiro prêmio da aviação

Alberto Santos Dumont frequentava as reuniões do Aero Clube. Em uma dessas reuniões conheceu o industrial Henri Deutsch, pioneiro da exploração de petróleo na França.

Ele oferecera um prêmio de 100 mil francos à primeira aeronave ou balão dirigível que se elevasse do Parque Saint-Cloud e, depois de descrever uma curva na Torre Eiffel, retornasse ao ponto de partida no tempo máximo de trinta minutos.
 
A opinião pública julgava que, pelo menos no espaço de cinco anos, ninguém seria capaz de ganhar tal prêmio.
 
Fonte: Fundação CASA DE CABANGU

Balão Dirigível Nº 6 - A Dirigibilidade no ar

Considera uma das maiores invenções de Santos Dumont, a DIRIGIBILIDADE NO AR.

O balão nº 06 ficou pronto em menos de três semanas após o segundo desastre do balão nº 05. Media seis metros de diâmetro e trinta e três metros de comprimento. Tinha capacidade para 622m³ de hidrogênio; suas cordas eram de aço (cordas de piano) e motor a gasolina. No dia 5 de setembro houve a primeira experiência.

Em 19 de outubro, sábado, Santos Dumont, saindo de Longchamp, contorna a Torre Eiffel e retorna em 29 minutos e 30 segundos, ganhando o prêmio Deutsch. Estava provado que o balão agora não era mais “livre” e sim “dirigido” pelo homem.

O prêmio de 100.000 francos foi distribuído entre seus mecânicos e os pobres de Paris.
 
Fonte: Fundação CASA DE CABANGU

Grave acidente

Durante o voo do balão dirigível nº 5, no regresso, o vento tornou-se implacável, forçando Santos Dumont a executar manobras admiráveis. Todavia, a duzentos metros de altitude, o motor sofreu uma pane que o obrigou a descer de qualquer modo, arremessando a aeronave sobre as castanheiras de um parque. Apesar do susto, Santos Dumont nada sofreu, e o balão pode ser novamente reconstruído graças à sua perícia nos controles da aeronave.

Curiosidade: Este balão explodiu sobre o Hotel Trocadero em 8 de agosto de 1901. Santos Dumont só sobreviveu por ter-se amarrado à nacele, ficando pendurado à estrutura.
 

fonte: Fundação CASA DE CABANGU

Balão Dirigível nº 5

Tinha uma quilha composta de uma armação triangular em madeira com armações em cordas de piano.

Às quatro e meia da madrugada, no dia 12 de julho de 1901, auxiliado pelo mecânico, Santos Dumont preparou o balão nº 05, para fazer o contorno à Torre Eiffel. Eufórico com o êxito das experiências anteriores, circundou a torre com notável precisão.
 
 

fonte: Fundação CASA DE CABANGU 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Hangar

Feito em Saint-Cloud, possuía sete metros de largura, onze de altura e trinta de comprimento, mas Santos Dumont teve de vencer a opinião dos mecânicos. Estes afirmavam que, devido ao peso, a porta que deveria ser movida por carretilhas não poderia deslizar. Quando a obra terminou, ficou criada a primeira porta corrediça que deslizava suavemente e foi acionada por duas crianças. Mais uma genial invenção estava pronta.




fonte: Fundação CASA DE CABANGU

Balão Dirigível nº 4

Com o mesmo comprimento e ligeiramente dissimétrico em relação ao nº 01, somente o seu diâmetro era maior, o que elevou o seu volume para 420 metros cúbicos. O motor, mais possante, tinha uma potência de 7 cavalos-vapor.




fonte: Fundação CASA DE CABANGU

Balão Dirigível nº 3

A forma deste balão foi obtida pela evolução de um arco de círculo de 80º em torno de uma corda; o comprimento do balão era de 20 metros por 7,5 metros de altura e o seu volume era de 500 metros cúbicos.





fonte: Fundação CASA DE CABANGU

Balão Dirigível nº 2

Sua forma era cilindro-cônica simétrica com 28,6 metros de comprimento, diâmetro na parte cilíndrica de 5,6 metros, 24 metros quadrados de superfície da seção central e com um volume de 420 metros cúbicos.

Possuía balonete interno de compensação.
 



fonte: Fundação CASA DE CABANGU

Balão Dirigível nº 1

Para construir seu primeiro balão dirigível, Santos Dumont idealizou-o de forma alongada, que oferecia menos resistência ao vento.

Com 25 metros de comprimento e 3,50 metros de diâmentro, na cestinha de vime prendeu o motor a petróleo. O n° 01 foi experimentado no dia 18 de setembro de 1898.



fonte: Fundação CASA DE CABANGU 

domingo, 17 de outubro de 2010

Seminário Técnico da Gol Linhas Aéreas

Olá pessoal, dessa vez eu fui para Brasília, Porto Alegre e Curitiba.

Fui participar de um seminário técnico da Gol em Parceria com a Secretaria de Estado de Turismo de MG com a missão de divulgar o turismo mineiro para agentes e operadoras de viagem dessas três capitais.

Fotografei ao lado de operadores e agentes, participei de rodadas de negócios e até dançei forró, ou seja, mostrei que Minas tem muita coisa para ser descoberta.

Minha viagem rendeu bons frutos para as agências mineiras voltadas para o turismo.

É bem provável que não vai pararei por aí. Depois que inventei o tal avião, o Brasil está ficando pequeno demais.

Quem me convidou e insistiu que eu fosse foram meus dois amigos Geraldo e Éverton de Simão Pereira.

Lá eles cantaram músicas de folia de reis, reisado e outras músicas regionais. Teve até causos mineiros que me fizeram lembrar minha infância. Essa viagem só não foi melhor porque foi muito curta.

Espero que eles me convidem sempre! Afinal formamos um trio parada dura.

Vejam as fotos pessoal...



Em BRASÍLIA,


Esse são os meus amigões: Éverton e o Geraldo, obrigado parceiros...









Em CURITIBA,



























e finalmente, PORTO ALEGRE,










Gostaria de agradecer aos meus grandes amigos Geraldo e Éverton que possibilitaram esta viagem maravilhosa. Muito obrigado...