sábado, 31 de março de 2012

Maior avião de papel do mundo


Um museu nos Estados Unidos e uma empresa de bebidas financiaram o lançamento do maior avião de papel já construído. Funcionários do Museu do Ar e do Espaço de Pina, no estado do Arizona, contaram com a ajuda de um helicóptero para lançar o avião, que pesava mais de 360 quilos e media 13,7 metros.

O "brinquedo" foi lançado de uma altura de 820 metros e chegou a passar de 150 km/h durante o voo. Todo o projeto foi acompanhado pelo garoto que desenhou o modelo e ganhou um concurso organizado pelo museu. O jovem Aturo Valdenegro tinha 12 anos quando fez o projeto participou de várias etapas da construção da aeronave, que foi batizada de Arturo’s Desert Eagle.
Todo o processo de construção foi acompanhado pelo blog www.greatpaperairplane.org , que também mostrou que como todo bom avião de papel o Arturo’s Desert Eagle terminou com a ponta "meio amassada".

SBT procura o maior brasileiro de todos os tempos


Click no desenho acima, entre no site do SBT e participe da promoção,
"O maior brasileiro de todos os tempos."

É claro que estamos torcendo por SANTOS DUMONT.

Petrópolis inaugura Centro Cultural 14 bis

Com foco na acessibilidade, o Centro Cultural 14 Bis foi inaugurado na tarde de ontem, (30/03) em uma solenidade realizada pela Prefeitura de Petrópolis. Anexo do Museu Casa de Santos Dumont, o 14 Bis apresenta um projeto pioneiro e inédito em todo o estado do Rio de Janeiro, ao proporcionar Cultura a portadores de necessidades especiais.

CASA DE SANTOS DUMONT
Petrópolis - RJ


O Centro Cultural já está aberto ao público e, de acordo com o prefeito, vem atender a uma necessidade antiga do município, a acessibilidade.
"A cultura da cidade vai passar por uma transformação muito especial, com o acesso dos portadores de necessidades especiais ao Museu Casa de Santos Dumont e ao Centro Cultural 14 Bis”, declarou o prefeito.
Além de retratar a história e obra do Pai da Aviação, o 14 Bis tem a preocupação de inserir e promover a interação entre os portadores de necessidades especiais. O espaço conta com uma rampa e uma plataforma eletrônica que possibilitará a cadeirantes, idosos e portadores de necessidades especiais visitar todo o museu.

O Centro Cultural 14 Bis ainda tem uma maquete tátil interna e externa, DVD em Libras, catálogo em Braile e réplicas de dependências do museu, como o banheiro de Santos Dumont. Com um público de 9 mil pessoas por mês, o Museu Casa de Santos Dumont deve ter o número de visitas ainda maior com a acessibilidade.

O funcionamento do Museu Casa de Santos Dumont é de terça-feira a domingo, das 9h30 às 17h. A entrada custa R$ 5 para adultos, R$ 2,50 para estudantes, crianças e pessoas com idade entre 60 e 64 anos. Estão isentos do pagamento idosos acima de 65 anos e crianças com até 6 anos. Os moradores de Petrópolis também podem visitar A Encantada gratuitamente às quartas-feiras e no último domingo do mês, mas é preciso levar comprovante de residência.


fonte: Tribuna de Petrópolis

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Grande Honra recebida...

Pessoal, é com muita honra e alegria que recebi, como autor do personagem Dumonzinho a notícia de seu tombamento pelo patrimônio histórico e cultural do município de Santos Dumont - MG.

O Prefeito de Santos Dumont, Evandro Nery, seguindo as diretrizes do IEPHA/MG - Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, assinou, em 27/09/2011, o Decreto nº 2.437, tombando o personagem.



Aqui o momento do recebimento do documento das mãos da equipe do patrimônio do município, e também com Elzinha Volpi, durante a II Jornada do Patrimônio Cultural do Estado de Minas Gerais.

Na foto da esquerda para a direita: Elzinha Volpi, Marisa Fontes, Dumonzinho, Léo Barroso e Ana Maria Marques Dias.
A todos o meu muito obrigado.

LÉO BARROSO e DUMONZINHO

O que você vai encontrar aqui...

No blog você terá notícias de viagens e eventos em que participa o Dumonzinho mas o mais interessante é que aqui está publicado um resumo com fotos e vídeos históricos da vida e obra de Alberto Santos Dumont.

Portanto, visite as postagens mais antigas e conheça os feitos deste grande brasileiro, Herói da Pátria, SANTOS=DUMONT.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Origem do nome da cidade de Santos Dumont

A morte de Alberto Santos Dumont no Guarujá, São Paulo, no dia vinte e três de outubro de 1932, foi notificada em Palmyra, sua terra natal.

O povo mobilizou-se e, para homenageá-lo, surgiu a idéia da mudança do nome da cidade. Coube ao prefeito Jacques Pansardi (1931 a 1947) registrar e documentar o pedido, apresentado ao presidente de Minas Gerais, Dr. Olegário Maciel, que promulgou em 30 de setembro de 1932 a Lei.

Palmyra passa a chamar-se Santos Dumont.
 
Vista de Palmyra antiga


Santos Dumont - MG - foto atual

A cidade de Santos Dumont...

1870 - Com grande e singular parte do progresso do interior brasileiro, a extensão da ferrovia Dom Pedro II foi notável.

A construção de um trecho foi empreitada pelo engenheiro francês Henrique Dumont, que acabou morando em uma casa no canteiro de obras.
 

Ao redor da ferrovia desenvolveu-se a cidade, que é homenagem
a seu filho Santos Dumont.
PALMYRA

Homenagens

Em 1913, o monumento de Saint Cloud, na França, perpetuou sua glória no bronze, simbolizando-a com a figura de Ícaro sobre um belo documento onde se lêem estas palavras: “Este monumento foi elevado para comemorar as experiências de Santos Dumont, pioneiro da locomoção aérea”.


Outras homenagens recebidas:

O poeta Eduardo das Neves compôs em 1902 a música A Conquista do Ar em homenagem aos feitos de Dumont.

Em 31 de julho de 1932 o decreto estadual n° 10.447 mudou o nome da cidade de Palmira, em Minas Gerais, para Santos-Dumont.

A Lei n° 218, de 4 de julho de 1936, declara 23 de outubro o dia do aviador, em homenagem ao primeiro vôo da história, realizado nesta data, em 1906.

Em 16 de outubro de 1936, o primeiro aeroporto do Rio de Janeiro foi batizado com seu nome.

A Lei 165, de 5 de dezembro de 1947, concedeu-lhe o posto honorífico de tenente-brigadeiro.

Em 1956 o Correio Brasileiro lançou uma série de selos comemorativa ao cinqüentenário do primeiro voo de aparelho mais pesado que o ar. No mesmo ano o correio do Uruguai lançou uma série de selos comemorativa do mesmo feito. E ainda em 1956, a casa natal de Santos Dumont, em Cabangu, Minas Gerais, foi transformada em museu pelo decreto estadual nº 5.057, o Museu Casa Natal de Santos Dumont.

A Lei 3636, de 22 de setembro de 1959, concedeu-lhe o posto honorífico de marechal-do-ar.

Em 1973 o Correio Brasileiro lançou uma série de selos comemorativa ao centenário de Santos Dumont. O mesmo ocorre nos correios da Bolívia e da França. Ainda em 1973 é lançada uma edição com dois LPs sobre o centenário de Santos Dumont.

Ficheiro:14bis.jpg
Réplica do 14-bis em Brasília (7 de setembro de 2006)
Foto:Fabio Pozzebon 

Em 1976 a União Astronômica Internacional prestou homenagem ao inventor brasileiro, colocando seu nome em uma cratera lunar. É o único brasileiro detentor desta distinção.

Em 1981 o Correio Brasileiro lançou uma série de selos comemorativa aos 75 anos do primeiro voo de aparelho mais pesado que o ar.

A Lei 7.243, de 4 de novembro de 1984, concedeu-lhe o título de Patrono da Aeronáutica Brasileira.

Em 13 de outubro de 1997, o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton em visita ao Brasil, discursou no Palácio do Itamaraty, se referindo a Santos Dumont como o pai da aviação.

Em 1997 o Correio Brasileiro lançou uma série de selos comemorativos do centenário da dirigibilidade dos balões.

Em 2005 o governo brasileiro comprou um avião da Airbus (Airbus Corporate Jetliner) para o deslocamento do presidente da República, sendo esse batizado de Santos Dumont.

Em 18 de outubro de 2005, a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos) assinaram um acordo para a realização da Missão Centenário, que levou o astronauta brasileiro Marcos César Pontes à Estação Espacial Internacional. A missão é uma homenagem ao centenário do voo de Santos Dumont no 14 Bis, ocorrido no dia 23 de outubro de 1906. O lançamento da nave Soyuz TMA-8 ocorreu em 30 de março de 2006, no Centro de Lançamento de Baikonur (Cazaquistão).

Em 09 de maio de 2006 seu nome foi incluído no Livro de Aço dos Heróis Nacionais localizado no Panteão da Pátria, em Brasília, garantindo-lhe assim o status de Herói Nacional. Lei Ordinária nº 11.298/2006.

Em 23 de outubro de 2006, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou o selo comemorativo em homenagem ao centenário do voo do 14-bis. No mesmo dia, também foi lançada a moeda comemorativa à invenção de Santos Dumont.

A partir do ano de 2006 as licenças aeronáuticas conhecidas comumente como "brevês" possuem um selo holográfico contendo o rosto de Santos Dumont e a figura do 14-bis, em comemoração ao centenário da aviação e em homenagem a Santos Dumont, o realizador deste feito.

O Pouso...

O ano de 1910 seria o ano do “pouso”. Deixou seus aeroplanos depois de dez anos de trabalho; tinha necessidade de parar, ainda que em plena fase ascendente da aviação, que ajudara a construir.

O “pássaro”, depois de tanto evoluir no espaço, vinha à procura do “ninho”, a terra. Sua despedida: “... é com enternecido contentamento que acompanho o domínio dos ares pelo homem: é o meu sonho que se realiza”.

Santos=Dumont
 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Um grande sucesso...

O desfile da estilista Maria Emília na Mostra de Inverno realizada no LaRocca em Juiz de Fora (MG) foi um sucesso. Foi um dos desfiles mais aplaudidos e que mais agradaram ao grande público presente.
Inspirada em Santos Dumont, as criações de Maria Emília mostraram grande beleza, leveza e criatividade, demonstrando o grande talento da estilística e a sua sensibilidade. Parabéns Maria emília, sucesso na carreira e obrigado pelo convite. Um grande beijo do Dumonzinho em seu coração.
Vejam abaixo algumas fotos do desfile. Para ver os detalhes das roupas, é só clicar e ampliar as fotos...














Até que eu fiquei bem na foto, não acha?

Fotos de João Schubert

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Le petit Santô - por Maria Emília

Foi com grande alegria que recebi o convite para participar de um dos desfiles da Mostra de Inverno 2011 no dia  18/05/2011 às 18:30 no La Rocca em Juiz de Fora. O convite foi feito pela estilista Maria Emília uma das participantes do evento. Gostaria de agradecer a este convite que muito me alegra e entusiasma. À você Maria Emília o meu muito obrigado.



A COLEÇÃO

Inspirada na vida e obra do inventor Alberto Santos Dumont, a coleção “Le Petit Santô” destina-se a pequenas meninas sonhadoras, acreditando que a roupa pode se tornar uma forma prazerosa de aprendizado.

Através da metáfora entre as fases da vida de Santos Dumont e as mudanças do céu ao longo do dia, buscou-se olhar para sua “mineiridade”, simplicidade e sensibilidade. Dessa forma a coleção está dividida em três momentos:

1. A infância - Manhã

Sonhador e criativo, o pequeno Alberto construía papagaios, balões papel, consertava máquinas enguiçadas e apresentava uma grande admiração pelo céu. Pássaros, balões, cata-ventos e pipas se fazem presente nesse momento.


2. A Juventude - Tarde

O jovem Santos Dumont, morando na Europa, vive o ápice de suas invenções. Este momento apresenta a culminância do dia e o entardecer, demonstrando seu amadurecimento pessoal e intelectual, e ainda, à consolidação de um sonho.


3. A Maturidade - Noite

Já envelhecido, o anoitecer traz seu desencantamento com a vida e o abandono da aviação.


LE PETIT SANTÔ É FEITA...

...de Patchwork, xadrez e poá,
...das cores Branco, Azul, Rosa, Violeta e Roxo,
...dos tecidos Algodão, Feltro, Brim, Lanzinha e Soft.
...de amizade e muito carinho!


Maria Emília é...

Pós graduada em cultura de moda pela UFJF, formada em design de moda pela FESJF e em administração pela UFJF. Trabalha como professora de Desenho Técnico e Técnicas Gráficas na FESJF. É pesquisadora do grupo “Interfaces da Moda saberes e discurso” na UFJF, além de ter atuado como estilista, auxiliar de produção e de estilo em empresas de moda em Juiz de Fora - MG.

CLIC para aumentar

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Menino tímido e sonhador

Alberto Santos Dumont foi um menino tímido que, na década de 80 do século XIX, adorava ler as histórias fantásticas de Júlio Verne, principalmente as histórias de máquinas voadoras, levando-o a sonhar com elas.

Desde pequeno, na imensa e remota fazenda de café do pai em Minas Gerais, o futuro aeronauta já demonstrava grande fascínio pelo funcionamento das imponentes máquinas moedoras de café e por motores de toda espécie.

Quando ainda menino, em Ribeirão Preto-SP, ele já ficava intrigado com os Sanhaços e Tico-Ticos que pousavam em seu quintal e depois ganhavam o ar, novamente, com a maior tranquilidade, afinal – pensava ele – “as aves são pesadas e, se elas conseguem voar, por que não o homem?”.

Júlio Verne

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Fundação Casa de Cabangu

Museu Casa Natal de Cabangu

Participantes da atividade de Santos Dumont como “fazendeiro” instalado em 1919 na sua Casa Natal, o povo de Palmyra (MG) comoveu-se em 1932 com a notícia de seu falecimento, promovendo a guarda dos bens existentes no Cabangu. Formou-se o ideal de Museu e mudou-se o nome da cidade de Palmyra para Santos Dumont.
Registrado o Estatuto, ficou criada a 09 de Fevereiro de 1949, a Fundação Casa de Cabangu com a finalidade primordial de proteção da Casa e dos bens resgatados do valioso Museu feito em vida pelo Pai da Aviação, que registrou em placa ali fixada como seu Berço Natal.
Reconhecido o ideal de Museu e a seriedade dos estatutos da Fundação, foi ao longo dos trabalhos de divulgação, acrescendo o acervo doado por amigos e descendentes da Família Santos Dumont.
Anos de guarda deste acervo, lutas na proteção da Casa Natal e Fazenda de Santos Dumont, a Fundação recebeu a primeira visita do Ministério da Aeronáutica em 23 de Outubro de 1952. Alberto Santos Dumont como patrono fortaleceu o idealizado Museu e no ano do centenário de seu nascimento 1973, criada a Comissão Nacional das Comemorações na qual participava com grande valor histórico a Fundação Casa de Cabangu.
Formou-se realidade o Museu Casa Natal de Santos Dumont ligado a malha rodoviária pela BR 499.
Na preservação do valioso acervo, na parceria administrativa do Parque e Museu, está a Fundação Casa de Cabangu, premiada em 2006 pelo Governo Federal com a construção da sede Administrativa, ficou realizado o sonho do criador do Museu e da Fundação, retorna ao Cabangu o acervo resgatado em 1932.

Como chegar:

O Museu Casa Natal de Cabangu fica no município de Santos Dumont em Minas Gerais. A ligação do cidade ao Museu é feita pela BR 499 num total de 16 Km e o acesso à cidade é feito pela BR 040, veja no mapa como chegar a cidade:


fonte: Fundação CASA DE CABANGU

Um verdadeiro avião

O nosso patrício não ficou no voo de Bagatelle. Como sempre em sua vida de inventor, enfrentava muitos problemas,  mas não parava de  progredir.
O ano de 1907 está cheio de experiências. Santos Dumont deu prosseguimento às suas invenções com os dirigíveis nº15, nº16 etc. Ao apresentar sua mais recente criação ao povo parisiense, este a apelidou de “Demoiselle” por achá-la semelhante a uma  “libélula”.



Os franceses continuavam as experiências, melhorando os aparelhos de aviação, mas ninguém conseguia ainda melhorar a performance do nosso patrício.
Santos Dumont apresentava-se em público com seu aeroplano “Demoiselle”, transportando-o para o campo de voo em seu automóvel. Foi tal a popularidade de seu aparelho que o brasileiro, fugindo como sempre das patentes, franqueou seus cálculos para que pudesse ser reproduzido. E os anúncios das casas comerciais apareciam nas revistas.
Em 1910, os “Demoiselles” faziam sucesso nas feiras de aviação.



fonte: Fundação CASA DE CABANGU

sábado, 16 de abril de 2011

O acidente mais famoso

Como em todo processo de tentativa e erro, Santos Dumont não poderia ficar de fora e ele também sofreu acidentes durante seu percurso. Um dos mais famosos ocorreu com o balão dirigível nº 5.
Este balão tinha uma quilha composta de uma armação triangular em madeira com armações em cordas de piano.
Às quatro e meia da madrugada, no dia 12 de julho de 1901, auxiliado pelo mecânico, Santos Dumont preparou o balão nº 05, para fazer o contorno à Torre Eiffel. Eufórico com o êxito das experiências anteriores, circundou a torre com notável precisão.
 
No regresso, o vento tornou-se implacável, forçando Santos Dumont a executar manobras admiráveis. Todavia, a duzentos metros de altitude, o motor sofreu uma pane que o obrigou a descer de qualquer modo, arremessando a aeronave sobre as castanheiras de um parque.
 
Apesar do susto, Santos Dumont nada sofreu, e o balão pode ser novamente reconstruído graças à sua perícia nos controles da aeronave.
 
Curiosidade: Este mesmo balão explodiu sobre o Hotel Trocadero em 8 de agosto de 1901. Santos Dumont só sobreviveu por ter-se amarrado à nacele, ficando pendurado à estrutura.
 

A esposa do Conde d'Eu, a nossa Princesa Isabel, residia num palácio situado perto do local do acidente. Logo que soube da situação do seu patrício, mandou-lhe almoço e um telegrama dizendo que pensava nas angústias que a mãe do aeronauta sofria com as notícias vindas de longe. Santos Dumont foi agradecer-lhe a gentileza e ouviu da filha de D. Pedro II:

- “As suas evoluções me fazem recordar o voo de nossos grandes pássaros do Brasil. Oxalá possa o senhor tirar do seu propulsor o partido que aqueles tiram das próprias asas e triunfar para a glória da nossa querida Pátria.”

 
Fonte: Fundação CASA DE CABANGU

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Voo de 220 metros

Em doze de novembro de 1906, Santos Dumont realiza o voo. No mesmo Campo de Bagatelle, dois pioneiros se apresentaram para voar, Santos Dumont e Bleriot.
O primeiro já voara; o segundo estava tentando fazê-lo pela primeira vez.
Bleriot faz sua tentativa sem êxito. Santos Dumont repete, sem êxito, três voos, até que consegue, na quarta tentativa, um voo mais longo e de grande sensação.
O 14 Bis eleva-se do chão a quase quatro metros de altura, voltando, em seguida, a tocar a terra. A multidão envolve o 14 Bis e Santos Dumont sai radiante de seus comandos: havia percorrido a distância de duzentos e vinte metros em vinte e um segundos e dois quintos, um recorde da aviação mundial.

Ganhara o prêmio do Aero Clube de 1600 francos, que ofereceu aos seus mecânicos.
O sucesso de Santos Dumont deu a certeza de que, daquela data em diante, a aviação não cessaria mais de evoluir.

Fonte: Fundação CASA DE CABANGU

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Avião Presidencial

O Avião Presidencial que a Presidente Dilma viajou para a China é uma aeronave modelo Airbus A319CJ com designação na FAB de VC1A, batizado de Santos-Dumont.

Em meados de 2002, alegando os gastos dos aviões presidenciais da época, o Governo Brasileiro resolveu comprar uma aeronave mais moderna para usá-la em viagens oficiais a países mais distantes do Brasil, como Estados Unidos, França, Inglaterra e China. Com a compra, o governo estipulou economizar anualmente US$ 5,2 mi em relação ao que gastava com o fretamento de aviões comerciais para longas viagens.

O antigo avião apelidado por todo o país de Sucatão tinha ainda o sério inconveniente de sofrer restrição de pouso em muitos aeroportos internacionais, por não mais enquadrar-se na legislação internacional (elevado ruído e poluição dos gases), tendo o Governo de pagar multas e sobretaxas, o que constrangia a República durante as viagens em virtude da sua defasagem.

Segundo a FAB, o gasto com uma viagem no Airbus chega a ser 71% menor, o que significaria uma economia de mais de US$ 5 mil por hora de voo. O valor equivale a uma economia de US$ 5,2 milhões por ano. A hora de vôo do Santos Dumont custaria US$ 2.100, enquanto o Sucatão custaria até US$ 7.300. Assim, a estimativa do governo é que em 11 anos se tenha o retorno do valor gasto com a compra da aeronave.

 Airbus A319CJ FAB VC1A / Santos Dumont

 Assentos do Avião Presidencial

Dormitório da Aeronave

Fonte: WIKIPEDIA

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Uma homenagem muito especial

Dentre as várias homenagens recebidas por Santos Dumont sem dúvida uma das mais importantes foi a inclusão de seu nome no Livro dos Heróis da Pátria em 2006 durante as comemorações do centenário do voo do 14 bis. Com isso o ensino de sua vida e obra tornou-se obrigatório nas escolas do ensino fundamental pois, neste período, estuda-se os Heróis da Pátria e Santos Dumont, dentre os Heróis da Pátria, possui uma história lúdica de aventura, criação e invenção.
Nas fotos abaixo, alguns momentos registrados em 2006 durante às comemorações do centenário do voo do 14 Bis.

Ex-Presidente Lula recebe o Gran-Colar do Mérito Cabangu, condecoração criada para homenagear pessoas que contribuem para a preservação do Museu Casa Natal de Santos Dumont das mãos de seu criador, Dr. Jorge Henrique Dumont Dodsworth sobrinho-neto de Santos Dumont - 2006.

Ex-Presidente Lula com o ex- governador de Minas Gerais, Aécio Neves, no Museu Casa Natal de Santos Dumont, no Parque Cabangu em Santos Dumont, MG - 2006


Foto: Ricardo Stuckert/PR


Ex-Presidente Lula observa réplica do 14 Bis, na cerimônia de inscrição do nome de Santos Dumont no Livro dos Heróis da Pátria, realizada no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves em Brasília – DF - 2006


Foto: Ricardo Stuckert/PR

domingo, 3 de abril de 2011

Para imprimir e colorir

Clique na imagem abaixo para aumentá-la, depois é só mandar imprimir e colorir...

sábado, 2 de abril de 2011

Um legado à Humanidade

Santos Dumont não registrou a patente de sua invenção ao contrário, queria que ela fosse um bem para a humanidade, não tinha intenções comerciais. Provou mais uma vez que era uma grande pessoa e pediu que publicassem em todos os jornais da época o texto descrito abaixo:


“Se quer prestar-me um grande obséquio, declare, pelo seu jornal, que, desejoso de propagar a locomoção aérea, eu ponho à disposição do público as patentes de invenção do meu aeroplano. Toda a gente tem o direito de construí-lo, e, para isto, podem vir pedir-me os planos. O aparelho não custa caro. Mesmo com o motor não chega a cinco mil francos.”

SANTOS=DUMONT